TRADUÇÃO: Entrevista da Taeyeon para a Revista L’Officiel Italia

Olá! Finalmente eu trouxe a tradução da entrevista da Taeyeon para a revista L’Officiel. Na verdade, não é bem uma entrevista. Como vocês perceberão, a revista vai contando um pouco sobre a Taeyeon e a carreira dela e colocando citações dela no meio do texto. Também coloquei duas observações entre parenteses, pois a entrevista parece ter sido feita entre julho e agosto, contendo algumas informações desatualizadas. As fotos da revista já estão na galeria e neste post.

TAEYEON
by Carlotta Licciardi

Não deixe que os traços suaves, cabelos dourados e a pequena figura dela te enganem. A cantora Kim Taeyeon é uma verdadeira força da natureza. Ela nasceu na Coreia do Sul em 1989 e isso a faz parte da geração Millenium, um grupo muito ligado à tecnologia digital e que também é conhecido como a geração MTV, que, de uma forma ou outra, influenciou na sua paixão pela música, a qual ela se dedicou durante o ensino fundamental e praticou na Starlight Academy. Diversidade e versatilidade são os traços incorporados pela sua geração.

“Protótipos e estereótipos não são tão importantes agora. Eles são como canções: você não precisa selecioná-los e escutá-los em uma ordem específica para que eles funcionem, você pode tocar todos no aleatório”, ela explica.

Quando ela tinha 15 anos, ganhou o primeiro lugar como melhor cantora na SM Entertainment’s Best Youth Competition, assinando o seu primeiro contrato com essa gravadora. Ela realizou seu sonho em 2007, quando debutou com o grupo Girls’ Generation, que vai celebrar seu décimo aniversário no ano que vem.

“Nós somos em 8 e nos damos muito bem. Nossas personalidades são muito compatíveis. Nós estamos trabalhando por um longo período juntas e agora nós somos como irmãs, tomamos conta uma da outra. Me apresentando no palco, eu percebi que fazer música não significa apenas cantar. Artistas musicais precisam saber como lidar com o mundo do entretenimento em todas as suas facetas. É por isso que eu faço outras coisas, como sessões de fotos e entrevistas. Eu quero explorar, aprender e, ao mesmo tempo, me divertir”.

Em 2012, “Missing You Like Crazy” alcançou o topo dos charts coreanos e, em outubro de 2015, ela fez o seu debut solo com o EP, “I”, que alcançou o primeiro lugar na Coreia do Sul, vendendo 100.000 cópias. Em 2016, ela lançou o single “Rain”.

“Fazer solo foi quase um desenvolvimento natural, começando com meu debut com o SNSD. Tudo é novo e uma música nova é como uma competição. Quando vou gravar uma nova canção, eu encaro isso como um desafio, e sempre estou pronta para trabalhar e continuar trabalhando até eu ficar completamente satisfeita. Trabalhar duro nem sempre garante excelentes resultados, e essa é a razão pela qual eu me sinto sortuda hoje. Quando eu trabalho com Girls’ Generation, minhas parceiras e eu colocamos muito esforço e confiança no nosso incrível time”.

A ‘solo queen’ é muito atenta ao que os fãs dela pensam sobre seu estilo musical e ela tenta manter contato diário com eles através da sua conta no Instagram, que tem impressionantes 7 milhões de seguidores (agora já são 8 milhões).

“Eu gosto de interagir e ver o que eles tem a dizer. Eu consigo ter uma noção do que eles querem, assim eu posso aprimorar o meu trabalho, e, como retorno, eles descobrem algumas coisas novas e interessantes sobre minha personalidade”.

Desistir da sua carreira e fazer qualquer outra coisa seria impensável para ela.

“Eu nunca abandonaria isso, mas eu gosto de artes. Eu gostaria de aprender a pintar. Sempre fui fascinada por isso, desde que eu era pequena, mas nunca tive tempo”, ela confessa.

O melhor lugar para estudar pintura poderia ser a Europa, que a cantora espera poder visitar em breve.

“Eu, definitivamente, gostaria de fazer uma turnê no estrangeiro. No meu último show, no final de julho, teve uma multidão que veio até Seul para me ver. Meus fãs estão espalhados por todo o mundo, e eles sempre me pedem para ir aos seus países. Eu realmente gostaria de visitá-los e fazer incríveis concertos. Isso seria um presente maravilhoso, tanto para eles, como para mim. Eu gostaria de poder planejar uma turnê mundial”.

A iniciativa dela é o que a faz ir sem parar e desenvolver novos projetos.

“Neste verão, eu darei um concerto em Busan, a segunda maior cidade da Coreia do Sul (isto já aconteceu). Por enquanto, eu vou continuar cantando, lançando singles e álbuns e me apresentado no palco. Eu não sou do tipo que trabalha por um curto período e dá um tempo para descansar. Eu prefiro continuar, parcialmente porque minha relação com a música nunca vai se esgotar”.

Embora muito determinada, ela não se vê como uma pessoa ousada.

“Eu sou um pouco preocupada com o meu futuro, bem como eu era há dez anos. Eu não sou muito ousada, o que eu acho que é normal para uma jovem mulher com inseguranças sobre o futuro, uma vez que há muitas coisas na vida que não experimentei ainda. Afortunadamente, eu estou cercada por pessoas maravilhosas, eu gosto de conviver com elas, aprender e ser capaz de nunca parar de crescer. Eu também apenas comecei a cuidar da minha saúde e preciso treinar mais, para fortalecer a minha voz e garantir excelentes performances no palco. Eu tento tomar vitaminas e gastar mais tempo na academia. Na Coreia, nós temos uma palavra, Bae-ryeo, que significa consideração, cuidado e atenção, e é como o lema da minha vida. Sempre mantenho este conceito em minha mente”.

Em resumo, não parece haver grande diferença entre as preocupações e os sonhos de uma popstar na Coreia e os da juventude ocidental.

Fonte: L’Officiel Italia. Via: taengab. Tradução: kimtaeyeon.com.br

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